O Templo da Lua é um espaço de hospitalidade diurna e experiências regenerativas situado às margens do Rio São Miguel, em um dos trechos mais simbólicos da Chapada, no Vale da Lua. Água, pedra, floresta e os ciclos da lua são os elementos centrais — não decoração, mas estrutura do projeto.
Baixa densidade, mata preservada e corredores ecológicos como premissa de desenho, não como compensação.
Cada implantação nasce da rocha, da clareira e da topografia do ponto exato onde se apoia.
Movimento, som, calor, contraste térmico e água conduzidos por facilitadores, com ritmo de dia inteiro.
A marca vende participação em um território e em um modo de viver o tempo, não metros quadrados.
A localização definitiva de cada construção parte do levantamento aerofotogramétrico com LiDAR e do diagnóstico ambiental, ambos concluídos; restam o estudo de solo, os acessos e o licenciamento.
Malha tridimensional da gleba gerada a partir do levantamento aerofotogramétrico. Na aba Urbanização, o simulador implanta clube, vilas e cabanas sobre o relevo — número de unidades, afastamento, declividade máxima e fases são ajustáveis, com área construída e taxa de ocupação calculadas na hora.
O diagnóstico físico e ambiental de julho de 2025 delimitou, com levantamento LiDAR e vistoria em campo, exatamente onde é possível construir. O projeto foi dimensionado dentro desse limite.
A gleba residencial de aproximadamente 4 hectares prevista na estrutura societária das vilas já existe como imóvel autônomo: a Gleba 01A, matrícula 5.429, com 4,4437 ha e a topografia mais favorável do conjunto.
A densidade não é uma limitação imposta pela lei: o programa completo ocupa uma fração das áreas aptas. A escassez é do produto, não do terreno — e acompanha as premissas dos simuladores das vilas e do hotel.
Fonte: Diagnóstico Físico e Ambiental — Fazenda Vale da Lunabel, glebas 01A, 01B e 03, Alto Paraíso de Goiás/GO, julho de 2025. Levantamento aerofotogramétrico com drone e sensor LiDAR, vistoria técnica in loco, fotografias geoetiquetadas e análise integrada ao Cadastro Ambiental Rural. Pedro R. A. R. Granado, engenheiro ambiental CREA 21.485-D/GO, e Flávio Ribeiro Filemon, biólogo CRBio 117776/04-D. Critérios de inaptidão: declividade superior a 30% (Plano Diretor de Alto Paraíso, art. 9º, V, “e”), APP de 30 m (Lei Federal 12.651/2012) e Reserva Legal de 20,25% do CAR. As áreas de uso restrito somam-se como camada de condicionamento, não de inaptidão.
Estudos de implantação sobre imagem aérea: o núcleo operacional do Wellness Club, as três constelações residenciais e as três paisagens do hotel.
Pranchas de estudo. Perímetros, constelações e posições indicadas são conceituais e serão ajustados após levantamento planialtimétrico e diagnóstico ambiental.
O Wellness Club cria a marca e o fluxo. As vilas geram o capital. O hotel e os serviços compartilhados geram receita recorrente e valorizam as residências.
Primeiro produto a operar. Cria marca, fluxo e receita de curto prazo com day use e gastronomia.
MVP {{ W.capex }} · anual {{ W.ebitda }}
{{ V.unidades }} participações societárias, cada uma vinculada ao uso exclusivo de uma vila de 80 a 150 m². VGV de {{ V.vgvMi }}.
excedente do ciclo {{ V.excedente }}
{{ H.qtd }} bangalôs em três fases e três linguagens, com ocupação estabilizada de {{ H.ocup }}% e ADR média de {{ H.adrMedia }}.
caixa anual {{ H.f1.caixaMi }} → {{ H.f3.caixaMi }}Experiência diurna para visitantes, proprietários das vilas e hóspedes do hotel, apoiada na casa e na estrutura básica já existentes.
Fase para testar jornada, capacidade, ticket médio, programação, equipe e demanda real.
Base de {{ W.diasSemana }} dias por semana e {{ W.semanasAno }} semanas por ano — {{ W.visitantes }} visitantes na operação estabilizada.
Receita média por visitante, resultante do mix de pacotes. Formato a validar na operação-piloto.
Hospitalidade diurna, sem pressa e sem obrigação. A pessoa chega e entra em um estado de jornada, não em uma agenda rígida.
Momento de chegada para equalizar e conectar a pessoa com a proposta do local.
Experiência livre de conexão pelo espaço, botando os pés no chão e vivendo a presença.
Programações semanais em grupo e individuais de conexão, sempre opt-in.
Comida leve, viva e sazonal, em horários fluidos e com foco em nutrição.
Sauna, banho frio e repouso encaixados na pedra, com vista aberta para a mata. O contraste térmico é supervisionado, com tempo de recuperação entre os ciclos.
Ofurôs, banho frio, mesas de massagem e o pavilhão de refeições se distribuem entre as rochas, ligados por decks e passarelas. Tudo apoiado na casa existente, com estruturas leves e reversíveis.
Arquitetura orgânica, compacta e integrada às condições naturais de cada ponto. Como rochas e vegetação variam, cada implantação tem pequenas diferenças dentro da mesma tipologia.
Obra e infraestrutura são premissas do estudo preliminar. Substituir pelo orçamento executivo quando disponível.
Cada fase é uma decisão separada, tomada com dados da operação anterior. O hotel nunca é construído por inteiro antes de a demanda existir.
Linguagem de lodge de natureza: estruturas leves, interiores táteis, forte relação com a paisagem. Unidades de {{ H.aS }}, diária de {{ H.adrS }} e {{ H.ocup }}% de ocupação estabilizada.
Seis unidades desenhadas para maior integração com a vegetação e as clareiras naturais existentes.
Linguagem mineral, com pátios, enquadramentos e implantação relacionada às formações rochosas.
O empreendimento foi pensado para reduzir a necessidade de aporte inicial e crescer em etapas verificáveis.
O início não depende de um aporte imediato de milhões. A prioridade é financiar a estruturação técnica, jurídica e comercial.
Os valores das vilas, do Wellness Club e do hotel acompanham os três simuladores de premissas — nas seções Wellness, Vilas e Hotel. Todos os números são projeções preliminares. Devem ser atualizados conforme orçamento arquitetônico, cronograma, custos de construção, estrutura tributária, diária média, ocupação e operação real. A recorrência soma o EBITDA do Wellness ao caixa pós-FF&E do hotel completo. Valores anteriores a impostos, juros, amortização e depreciação. Base: modelo financeiro v1.4, 29 de julho de 2026.
A área é rural, inserida na APA de Pouso Alto (Decreto Estadual 5.427/2001) e situada a cerca de 1.700 m do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. O diagnóstico de julho de 2025 já delimitou as áreas de preservação permanente ao longo do Rio São Miguel, a Reserva Legal e as áreas de uso restrito.
Até a conclusão dessas etapas, o projeto deve ser apresentado como empreendimento em estruturação. Não se deve prometer matrícula individual, lote autônomo ou aprovação definitiva.